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| Vias Aéreas: Introdução |
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Clique para aceder a Movimento nos Aeroportos de Cabo Verde 2009/2010
O arquipélago de Cabo Verde possui 7 aeroportos (um por cada ilha, com excepção de Santo Antão e Brava) geridos pela empresa pública ASA-Aeroportos e Segurança Aérea (clique para aceder ao site) que conta com a colaboração da sua congénere portuguesa ANA-Aeroportos de Portugal (clique para aceder ao site). A empresa tem por objecto principal a exploração e o desenvolvimento, em regime exclusivo, do serviço público de apoio à aviação civil, a gestão do tráfego aéreo, dos terminais de carga e correios, assegurando para isso as actividades e serviços inerentes à infra-estuturação aeronáutica e de navegação aérea, em todos os aeroportos e aeródromos públicos de Cabo Verde e na Região de Informação de Voo Oceânica do Sal, designada por FIR Oceânica do Sal.
A rede de infra-estruturas de transportes aéreos é constituída por 4 aeroportos internacionais (clique aqui para aceder a página temática) e 3 aeródromos domésticos: Fogo, Maio e São Nicolau. As excepções, Santo Antão, por incapacidade da pista receber os novos aviões utilizados pelas companhias aéreas (TACV e Halcyon Air), e Brava, por constrangimentos climatéricos, estão acessíveis por via marítima a partir das ilhas, respectivamente, de São Vicente e Fogo. Está planeado para médio prazo que o aeródromo de Ponta do Sol (Santo Antão) receba a ampliação necessária para que se torne operacional.
Investimentos previstos
Durante a vigência do Plano de Negócios 2004-2008 a ASA investiu mais de 8 milhões de contos (€ 72,5 milhões) na construção do novo Centro de Controlo de Tráfego Aéreo, na conclusão e operacionalização dos aeroportos internacionais "Nelson Mandela" (Praia-Santiago), Rabil (Boavista) e "Cesária Évora" (São Pedro-São Vicente) e no Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Humanos para além de obras de reabilitação dos aeródromos de São Nicolau, Maio e Fogo.
Para o quinquénio 2009-2013 estão planeados cerca de 4,4 milhões de contos (€ 40 milhões) de investimento o que é exigente, mas inferior ao planeado e realizado no quinquénio anterior.
O Aeroporto Internacional "Amílcar Cabral" (Espargos-Sal) absorverá a maior parte dos investimentos, cerca de 1,8 milhões de contos (€ 16 milhões), direccionados para a melhoria de várias instalações (expansão de edifícios terminais, ETAR, acessos terrestres, etc.) e o desenvolvimento de infraestruturas para receitas não-aeronáuticas (por ex. centro de negócios).
O Aeroporto da Boavista irá absorver aproximadamente 1 milhão de contos (€ 9,1 milhões) para modernizar o edifício do terminal, expandir a placa de estacionamento, e construir um novo centro de carga aérea.
Cerca de 800 mil contos (€ 7 milhões) serão utilizados na modernização dos serviços, na melhoria das capacidades de navegação aérea nos aeroportos "Cesária Évora" (São Vicente) e Rabil (Boavista), e na actualização das funcionalidades do centro de controlo de área (ACC).
Serão ainda renovados os equipamentos de combate a incêndios em todos os seus aeroportos para além do ADP, o qual já possui o seu próprio equipamento, a um custo de cerca de 700 mil contos (€ 6,4 milhões).
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