A Instituição O Portal As Publicações Contactos Privacidade
 
Turismo: Caracterização
 
Dia Mundial do Turismo: 27 de Setembro
 

Clique para aceder ao
"Plano Estratégico para Desenvolvimento do Turismo 2010-2013"

Clique para aceder ao "Plano de Marketing de Cabo Verde"

Cabo Verde atribui grande atenção ao desenvolvimento turístico tendo em conta o enorme potencial do sector. (clique aqui para aceder ao site do Turismo de Cabo Verde). Para o efeito promove, desde há vários anos, através da Direcção Geral de Desenvolvimento Turístico (clique aqui para aceder ao site Observatório do Turismo) e da CI-Cabo Verde Investimentos, diversas acções de marketing (participação em Feiras Internacionais de Turismo, debates e reflexão, viagens promocionais a jornalistas e operadores turísticos) no sentido de atrair turistas nos principais mercados emissores.

Ao nível do fomento da oferta e do investimento turístico Cabo Verde concede, através dos Estatutos de "Investidor Externo" (clique para aceder aos procedimentos) e de "Utilidade Turística" (clique para aceder à página temática), entre outros benefícios, incentivos fiscais, facilidades aduaneiras e bonificações na aquisição de terrenos (quando em associação com empresas caboverdeanas), a todos quantos queiram investir em Cabo Verde. Adicionalmente, para "empreendimentos imobiliário-turísticos", poderão ser negociadas "Convenções de Estabelecimento" com o Estado caboverdeano as quais regem um conjunto de atribuições mútuas (regalias e compromissos) das partes envolvidas.

Representando receitas de cerca de 27,5 milhões de contos caboverdeanos (250 milhões de euros), 22% do PIB de Cabo Verde e 30% no conjunto dos Serviços
, o arquipélago tem no sector do Turismo um dos principais vectores de desenvolvimento económico e para onde se vêm canalizando mais de 90% dos investimentos externos.

A estabilidade política, a boa governação, o empenho na construção da democracia e sua proximidade e equidistância à Europa e América do Sul propiciam o investimento na hotelaria e noutras vertentes de apoio ao desenvolvimento turístico. Apesar disso as ampliações e construção de novas unidades hoteleiras são ainda insuficientes para albergar os 533.877 turistas entrados em 2012 repartidos entre britânicos (21,6%), franceses (13,0%), portugueses (12,7%), que procuram Cabo Verde no Verão, Fim-de-Ano e Páscoa, alemães (12,6%), holandeses e belgas (6,5%), italianos (5,7%), espanhóis (2,4%), suíços e austríacos (1,0%), americanos (0,9%), sul-africanos (0,1%) e outros (13,9%). Os turistas internos, caboverdeanos e estrangeiros residentes, representam 9,6%. A Estadia Média Total foi de 5,9 noites e a Taxa Média de Ocupação Total ronda os 57%.

Actualmente a ilha da Boavista é responsável por 37,8% das Entradas de Turistas por ilhas seguida do Sal (37,6%) e Santiago 12,1% (2010: São Vicente: 6,6%; Santo Antão: 3,2%, Fogo: 2,6%, Maio: 0,3%, São Nicolau: 0,3%, Brava: 0,1%) mas o expectável aparecimento de novas unidades hoteleiras e circuitos turísticos na Boavista, Santiago, São Vicente, São Nicolau e Fogo trará concerteza a massa crítica necessária para, também nestas ilhas, surgirem os investimentos necessários a um equilibrado desenvolvimento do turismo no arquipélago.

Os objectivos apontados por Cabo Verde, e que constam do seu Plano Estratégico de Turismo 2010-2013, é atingir 1 milhão de turistas até 2020 atraíndo-os de novos mercados como os países nórdicos (Suécia, Dinamarca e Noruega) e Leste europeu (Polónia, República Checa e Rússia); Aumentar em 60% o emprego directo gerado pelo Turismo, para 7 mil empregos; Aumentar a contribuição do Turismo para o PIB (22% em 2013); Aumentar substancialmente os benefícios do Turismo para a população.

Turistas Entrados em Cabo Verde

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

83.259

162.000

152.000

178.790

184.738

233.548

280.582

312.880

333.354

330.319

2010

 2011

 2012

2013

           

381.831

 475.294

 533.877

 552.000            

Clique aqui em Procura Turística para aceder a informação completa

Infraestruturas hoteleiras em Cabo Verde

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

 Estabelecimentos
 - Hotéis
 - Pensões
 - Pousadas
 - Aparthotel
 - Aldeamentos
 - Residenciais

150
40
51
7
10
6
36

158
40
51
8
12

41

173
42
53
8
12
10
48

178
41
61
7
12
9
48

 195
-
-
-
-
-
--

 207
-
-
-
-
-
--

222
54
71
12
14
11
60

 Quartos

5.368

6.172

6.367

5.891

7.901

8.522

9.058

 Camas

9.767

11.420

11.720

11.397

14.076

14.099

15.995

 Dormidas

1.432.746

 1.827.196

 2.021.752

2.342.282

2.827.562 3.334.275

3.400.000

 Capacidade de Alojamento

11.544

13.708

14.096

13.962

17.025

18.194

19.428

 Pessoal ao Serviço

3.450

4.081

4.120

4.058

5.178

5.385

5.785

Clique aqui em Inventário Hoteleiro para aceder a informação completa


imgAté 2005, as grandes unidades hoteleiras resultaram de investimentos externos, nomeadamente de capitais italianos, mas onde pontificam também investimentos portugueses através do GRUPO OÁSIS ATLÂNTICO e do HOTEL PESTANA TRÓPICO (clique para aceder ao site) do Grupo Pestana, seguidos por outros promotores, igualmente europeus, como os espanhóis, canarinos e alemães. Um novo fenómeno, que ocorre a partir de 2006, é a chegada massiva de capitais britânicos (ingleses, irlandeses e escoceses), em parceria com empresários caboverdeanos, para construção de "resorts" e habitações de luxo cujos empreendimentos deverão estar concluídos entre 2010 e 2012.

imgCom a diversificação dos produtos turísticos, que hoje apenas oferecem como chamariz o clima ameno sobre todo o ano (min. 22º; máx. 30ºC), águas puras e cristalinas e excelentes condições para a prática de desportos náuticos, pretende-se apostar, aproveitando a morfologia geográfica variada e o património histórico e arquitectónico, na exploração do potencial do turismo de natureza, do turismo de circuitos (históricos e religiosos), turismo cultural e do turismo de negócios.

Os empresários caboverdeanos, atentos ao potencial e evolução positiva do sector e cada vez mais conscientes do seu papel no desenvolvimento de Cabo Verde têm aumentado substancialmente os seus investimentos em estabelecimentos de pequeno porte (20 a 30 quartos) oferecendo sensações diferentes ao inserir os visitantes nas comunidades dando-lhes a conhecer os costumes e tradições com vantagens para a economia local. A aposta estende-se à restauração, ao artesanato, à animação cultural e aos transportes rodoviários.

Os Transportes Aéreos (clique para aceder  a página temática) e os Transportes Marítimos (clique para aceder a página temática) inter-ilhas mantêm-se como o “calcanhar de Aquiles” do panorama das estruturas de apoio ao movimento de turistas. Várias são ainda as carências ao nível do transporte interno, especialmente pela falta de alternativas aos aviões, mas encontram-se em curso alguns projectos na área de transporte marítimo destinados a eliminar os constrangimentos nesse domínio. As dificuldades em viajar de e para Cabo Verde, revelam-se sobretudo nas épocas altas (Páscoa, meses de Julho/Agosto/Setembro, Natal e Fim do Ano, em oposição aos meses de Maio/Junho/Novembro).

A TACV-Cabo Verde Airlines (clique para aceder  ao site), através dos seus 3 modernos aviões (dois ATR-72/500 de 68 lugares e um ATR-42/500 de 42 lugares) têm correspondências para todas as ilhas -com excepção das Ilhas de Santo Antão e Brava- propondo “air-passes” inter-ilhas (mínimo de 3 viagens). Completam o quadro duas pequenas empresas privadas, a Cabo Verde Express e a Halcyon Air esta com inicio de actividade a 27 de Julho de 2008.

A provável privatização da transportadora aérea nacional e a abertura de novos Aeroportos Internacionais (clique para aceder a página temática) na Boavista (Out2008) e em São Vicente (2º trimestre de 2009) acrescentaram outra racionalidade e eficiência ao transporte de passageiros contribuindo fortemente para o aparecimento de novas e aliciantes propostas para os que visitam Cabo Verde.

Cabo Verde, pela sua dimensão, escassez de recursos e fragilidade ecológica não enveredará por um turismo de massas antes praticará um Turismo selectivo, gerador de rendimentos e não agressivo para o meio ambiente. A complexidade e as exigências do sector exigem uma boa qualificação da mão-de-obra onde Cabo Verde apresenta nítido défice de formação específica. No entanto os centros de formação hoteleira e turística tardam em surgir demorando a criação das competências necessárias para um serviço de excelência não bastando o carácter afável e hospitaleiro das suas gentes. Apesar disso é já realidade a Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde (clique para aceder a notícia), financiada pela cooperação luxemburguesa.

Conscientes do potencial do sector do Turismo as autoridades caboverdeanas delinearam uma Política de Turismo e criaram um conjunto de diplomas legais muito favorável à captação de Investimento Externo. O acesso à actividade turística é livre a todas as pessoas nacionais e estrangeiras existido um enquadramento legal favorável para Investimento Externo no Turismo (clique para aceder  a página temática: "Investir em Cabo Verde").

Clique e aceda a temas relacionados:
  

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Powered by:
www.xic.pt