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Telecomunicações, os Serviços
 
Dia Mundial das Telecomunicações: 17 de Maio
Rede Fixa

A rede fixa em Cabo-Verde está relativamente bem desenvolvida, quando comparada com outras redes fixas em África, e as infraestruturas de acesso encontram-se disponíveis de uma forma generalizada em todo o país. Os indicadores são encorajadores mas situam-se ainda longe do quadro universalmente definido e aceite em que “todo o ser humano deve estar a uma distância razoável de um telefone”.

O crescimento do parque telefónico fixo conheceu forte incremento nos primeiros anos após a privatização mas o aparecimento da rede móvel levou à estagnação deste segmento que conheceu, inclusive, uma quebra a partir de 2005.


Evolução da Rede Fixa

Ano

 2000

2001

 2002

 2003

 2004

2005

2006

 Clientes

 55.892 

 64.132 

 70.187 

 71.716 

 73.433 

 71.412 

 71.578 

Penetração

12,9%

14,6%

15,7%

15,9%

16,1%

15,4%

15,3%

Ano

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

Clientes

71.764 

71.860

71.900

72.000

74.503

70.220

66.177

Penetração

15,1%

14,9%

14,8%

14,6%

15,1%

13,9%

12,9%

 
O tempo de espera para instalação de novos telefones é de aproximadamente 24 dias; a teledensidade de 15% na rede fixa é uma das mais elevadas entre os países de nível de rendimento idêntico.

Rede Móvel

O serviço de telefone móvel terrestre foi lançado em Cabo Verde pela Cabo Verde Telecom, em 1998. Possui a classificação legal de um “Serviço de Telecomunicações Complementares” o que por definição lhe permite ter, como suporte, infraestruturas que não integram a rede básica de telecomunicações. O lançamento do serviço móvel terrestre provocou alterações consideráveis no quadro estrutural do desenvolvimento das comunicações telefónicas em Cabo Verde tendo a sua vertiginosa taxa de crescimento permitido que em 2005 esta ultrapassasse a rede fixa.

Desde 2000 que todas as ilhas se encontram cobertas pelo serviço e a rede telefónica é digitalizada (comutação e transmissão). O serviço móvel atingiu, rapidamente, elevados indicadores estimando-se que em 2006 a taxa de cobertura territorial tenha atingido os 90% e a taxa de penetração 97% (2013). As estatísticas revelam que o telemóvel tem vindo  a susbtituir o telefone fixo, reflectido no facto de apenas 40% dos agregados familiares estar ligado à rede fixa, mas 80% possuir telemóvel (90% nos meios urbanos; 65% nos meios rurais)
.

Em 2008 foi licenciado um novo operador de serviço móvel, a T+ (desde 2012 Unitel T+, propriedade de Isabel dos Santos) que reivindica uma quota de 25% (2012). O início das operações deste segundo operador móvel foi determinante para uma reconfiguração da concorrência no mercado das telecomunicações em Cabo Verde.

Operando inicialmente em GSM900/1800, em 2011 a rede de telecomunicações recebeu investimentos para maior largura de banda iniciando em 2013 a oferta de novos e mais rápidos serviços de comunicações em "3G" por parte de ambas as operadoras: CVT-Cabo Verde Telecom e Unitel T+.


Evolução da Rede Móvel

 Ano

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

 Clientes

19.730

31.510

42.950

53.340

65.780

81.720

108.860

Penetração

5%

7%

10%

12%

14%

18%

23%

Ano

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

Clientes

151.210

277.670

349.470

371.871

400.855

425.310

499.458

Penetração

32%

58%

72%

76%

80%

84%

97%

O órgão regulador das comunicações, a ANAC-Agência Nacional das Comunicações (clique aqui para aceder ao site), instrumento indispensável para a arbitragem de conflitos emergentes desta nova realidade, terá como próximos desafios a enfrentar a introdução da efectiva concorrência, com vista à redução dos custos, a clarificação das obrigações, no que respeita à prestação de serviços, e a modernização do pacote legislativo para o sector.

Clique e aceda a:

Clique para aceder a Apresentação NOSI: Telecomunicações
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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