
Repetindo a fórmula de 2009 a representação caboverdeana na BTL-Bolsa de Turismo de Lisboa`2010 (13 a 17 de Janeiro) fez-se num único “stand” expositor juntando as habituais empresas e entidades que promovem o Turismo de Cabo Verde além-fronteiras.
Ancorados na CI-Cabo Verde Investimentos e TACV-Transportes Aéreos de Cabo Verde (clique para aceder ao site), Operadores Turísticos de Cabo Verde (Aliança Krioula, Morabitur, Barracuda Tours, Isi Travel e Terra Sab), Hotéis (Hotéis Oásis Atlântico e Odjo d`Água) pudemos contactar toda a cadeia habitualmente envolvida na prestação de serviços no sector.
A animação permanente foi a pedra de toque desta participação que ofereceu aos visitantes a boa música caboverdeana (mesmo quando cantada por ilustres artistas portugueses –Vitorino e Janita Salomé), a degustação de bebidas e doçarias e um ambiente da mítica “morabeza”.
A representação caboverdeana segue entre 20 a 24 de Janeiro para a FITUR (Madrid) tendo participado na Vakantiebeurs (Holanda) em simultâneo com a BTL.
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Projecto Detalhe, engenharia industrial
A “Projecto Detalhe” (clique para aceder ao site), membro associado da Câmara de Comércio Portgal Cabo Verde, celebrou contrato com o consórcio Mota-Engil, Ensulmeci e AMAL para a construção do novo parque de armazenagem de combustíveis (JET) do aeroporto de Lisboa incluindo as infraestruturas de recepção de combustível e bombagem para a rede de hidratos do aeroporto (pits de carga de aviões) e das plataformas de estacionamento das aeronaves. O projecto contempla também todos os edifícios de apoio à actividade (como o administrativo, de manutenção, salas de controlo e de controlo lado/terra/ar). A obra, no valor de 545.000 euros, "deverá estar concluída em Abril" próximo, envolvendo "mais de duas dezenas de colaboradores"
Criada em 2000, a partir de quadros nacionais de diversas formações técnicas, a “Projecto Detalhe” reúne arquitectos, engenheiros e gestores (entre 40 colaboradores) e mostra-se vocacionada para realizar projectos desde a concepção a soluções tipo chave-na-mão.
Para além do triângulo Portugal, Angola e Brasil, a companhia avalia Cabo Verde, onde possuem já trabalhos realizados (clique para aceder a notícia relacionada) e Moçambique como localizações onde estão a ser estudadas oportunidades de negócio, podendo evoluir para a constituição de empresas de direito local.
Entretanto, em Portugal, no primeiro semestre de 2009 registou 2,2 milhões de euros de facturação, um acréscimo de 95% em relação aos primeiros seis meses de 2008. e prevê ter duplicado a facturação de 2009 face a 2008.
Jornal OJE, 20Jan2010
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Cabo Verde com média de crescimento de 8,4%
Segundo o INE-Instituto Nacional de Estatística (CV), a economia caboverdeana cresceu 6,5% em 2005, 10,1% em 2006 e 8,6% em 2007, sendo de destacar o crescimento de dois dígitos (10,1%) registado em 2006. Para Silvina Santos (INE), 2006 foi um "ano atípico", que se ficou a dever aos exercícios militares da NATO, que conferiram uma "dinâmica diferente à economia caboverdeana sendo no entanto de salientar o superior desempenho face aos restantes países do continente africano, sobretudo da mesma sub-região”.
O Sector dos Serviços é quem mais contribuiu para o crescimento da economia. Em 2005, o sector dos Serviços representava 67,5% do PIB de Cabo Verde. Em 2006 aumentou ligeiramente para 67,6%, enquanto que em 2007 chegou aos 69,5% do PIB. “Isso significa que o sector dos Serviços está próximo dos 70% do PIB”.
Jornal "A Semana" 15 Dezembro 2009
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Banco de Cabo Verde prevê PIB entre 4 e 5% , em 2010
O BCV-Banco de Cabo Verde (clique para aceder ao site) prevê "uma ligeira recuperação" da actividade económica em 2010, com o PIB a situar-se entre os 4 e 5%, depois da "manutenção do ritmo de abrandamento, devido ao contexto de uma conjuntura externa desfavorável".
Esta previsão, divulgada através do Relatório de Política Monetária remetida ao Governo, aponta também para uma estabilização da taxa de variação média anual do Índice de Preços no Consumidor, no intervalo de 2 a 3%.
O documento perspectiva também a recuperação da actividade económica, a par de um défice global de cerca de 11,8% do PIB e de uma política monetária direccionada para a manutenção da defesa do regime de paridade fixa com o euro, com base na estabilidade dos principais fluxos de capitais externos e condicionada pelos desenvolvimentos na política orçamental.
Fonte: Jornal "Oje" 25 Novembro 2009 |