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Notícias breves - 06-07-2010


BES inaugura banco comercial em Cabo Verde

O nosso associado Banco Espírito Santo (BES) inaugurou o BES Cabo Verde (BESCV), Instituição bancária (clique para aceder a página relacionada) de direito local. Com um capital inicial de 13 milhões de euros, a nova entidade financeira pretende estar associado ao processo de afirmação e internacionalização da praça financeira de Cabo Verde, junto dos países da costa ocidental africana (CEDEAO e CEMAC). A actuação do novo banco do universo BES centrar-se-á na banca de empresas, nomeadamente portuguesas que tenham relações com Cabo Verde, bem como o apoio ao investimento público (aeroportos, portos, estradas, energia e água).

"Face às perspectivas de crescimento económico de Cabo Verde, suportada no desenvolvimento do turismo e dos serviços, da estabilidade das remessas dos emigrantes e do crescimento do investimento directo estrangeiro, o BES concluiu que a actividade bancária será um dos sectores importantes no apoio ao desenvolvimento nos próximos anos", salienta Ricardo Salgado em Cabo Verde acompanhando a visita de Cavaco Silva ao arquipélago.

Em conferência de imprensa após a inauguração da instituição pelo Presidente português, Cavaco Silva, e pelo seu homólogo caboverdeano, Pedro Pires, Ricardo Salgado explicou que o reforço do investimento no mercado do arquipélago resultou da análise que o banco fez da evolução da economia do país, onde está presente desde 2006. "Tínhamos uma sucursal financeira exterior em Cabo Verde e, à medida que fomos analisando e acompanhando o desenvolvimento de Cabo Verde, realizámos que era importantíssimo darmos um salto em frente. E, portanto, criámos um banco de raiz que pode trabalhar no mercado interno de Cabo Verde, no mercado internacional a partir de Cabo Verde e com os países africanos que têm relações económicas e sociais mais estreitas com Cabo Verde". O banco, adiantou, terá como missões principais o financiamento de "projectos de infra-estruturas" e de projectos privados, nomeadamente do turismo. "O BES está presente em vários países de África, cobrimos praticamente todos os países do Norte de África, os países da África Subsariana, estamos a negociar uma entrada em Moçambique e na África do Sul, estamos em Angola e agora em Cabo Verde. Mas é possível a partir de Cabo Verde desenvolver relações com outros países africanos mais próximos, na costa ocidental de África", apontou. Ricardo Salgado admitiu ainda que, tendencialmente, a nova instituição irá "abrir balcões noutras ilhas" do arquipélago -escusando-se, por enquanto, a especificar quais- onde possa ser desenvolvida "uma actividade básica e onde haja mais projectos de desenvolvimento".

Em simultâneo com a inauguração do novo banco, o BES divulgou o primeiro estudo feito pelo grupo sobre a economia de Cabo Verde, levado a cabo pelo Espírito Santo Research, e que terá periodicidade semestral. "O outlook para a economia de Cabo Verde mantém-se favorável. A recuperação da actividade económica mundial, o crescimento do investimento directo estrangeiro, em áreas como o turismo e a construção, a evolução favorável das reservas externas [que conferem uma grande estabilidade às políticas monetária e cambial] e a prudência seguida na política orçamental conferem um ambiente de optimismo para o desenvolvimento do país, que deverá apresentar taxas de crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] em torno de 5-6% ao longo dos próximos anos", lê-se no estudo. O documento chama ainda a atenção para o lugar central do turismo na economia do país [representa 22% do PIB do país em 2010], com um potencial que "está ainda longe de se encontrar esgotado", com a procura turística a revelar "uma tendência clara de crescimento".

O BES entra agora numa nova fase da presença em Cabo Verde, iniciada em 2006 através da constituição do BES CV-Sucursal Financeira Exterior (uma I.F.I-Instituição Financeira Internacional, clique para aceder a página relacionada).

Jornal OJE, 07 de Julho de 2010
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Leadership Business Consulting apoia Evento Científico Mundial sobre Globalização

A nossa associada Leadership Business Consulting (clique para aceder ao site) patrocinou o 26º colóquio EGOS, que teve lugar em Lisboa, de 30 de Junho a 3 de Julho. Este evento mundial tem como enfoque a Globalização e o seu Impacto nas Organizações sobre o Tema Geral: “Waves of Globalization”.

A EGOS – European Group for Organizational Studies – congrega 1.800 cientistas e académicos de 40 países e promove pesquisa empírica a nível de doutoramento e pós-doutoramentos. O evento de 2010, coordenado pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, abordou os desafios da Globalização em diversas vertentes de interesse para a economia e as imgempresas portuguesas, o mundo académico e a Administração Pública. Os temas apresentados incluem: os novos actores a nível da globalização, estratégias de internacionalização, fusões e aquisições, indústrias criativas, gestão de conhecimento e serviços globais, impactos organizacionais na Administração Pública, novos desafios de liderança a nível global, entre muitos outros sub-temas.

A Leadership Business Consulting, empresa internacional de Consultoria de Gestão com sede em Lisboa, está presente em Portugal, Espanha, Cabo Verde, Angola, EUA, Moçambique e África do Sul, com 65% da sua actividade de fontes internacionais. A Leadership Business Consulting é a organizadora do “Global Strategic Innovation” e está a promover a aproximação das empresas portuguesas a Silicon Valley, como o maior acelerador da inovação empresarial e da globalização. O apoio da Leadership Business Consulting a este evento mundial sobre os desafios da globalização faz parte do seu investimento na construção de competências distintivas a nível internacional e da preparação do lançamento de um pacote de serviços de apoio à inovação e internacionalização das empresas portuguesas.
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Monteadriano vai construir três barragens em Cabo Verde

imgA empresa portuguesa de Engenharia e Construção, e nossa associada, Monteadriano (clique para aceder ao site) ganhou o concurso para a construção de três barragens na ilha de Santiago, aproveitando a linha de crédito de 200 milhões de euros disponibilizada por Portugal para projectos de obras públicas. A construção, de raiz, das barragens da Faveta, Salineiro e Saquinho, acrescentar-se-ão à já construída Barragem do Poilão (na foto), concluída em 2006, com financiamento da China.

Segundo o Primeiro Ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, nos próximos dois a três anos, o Governo pretende construir mais 17 barragens, com o objectivo de, até 2015, mobilizar 75 milhões de metros cúbicos de água, o que permitirá alargar a área irrigada do país, criar emprego e reduzir os índices de pobreza. Para já, as três barragens terão um "impacto fundamental na agricultura", pois evitarão o desperdício dos milhões de metros cúbicos de água no arquipélago durante a época das chuvas -entre Julho e Outubro. O imgGoverno, acrescentou, decidiu recentemente lançar um programa para que todos os furos de água no arquipélago sejam equipados com energias renováveis, solar ou eólica, permitindo aos agricultores terem acesso à água a um preço mais competitivo". Em causa está o facto também de Cabo Verde estar a aproximar-se do limite de exploração de água potável no subsolo pois Cabo Verde tem potencialidades de água subterrânea estimadas em 60 milhões de metros cúbicos/ano e a exploração actual ronda os 40 milhões. Até 2020, com o ritmo de desenvolvimento do país, as necessidades subirão para 90 milhões de metros cúbicos/ano. Cabo Verde tem porém desenvolvido ao longo das últimas duas décadas vários projectos de centrais dessalinizadoras, provenientes da água do mar, que têm permitido atenuar a exploração dos lençóis freáticos.

No global, Cabo Verde tem linhas de crédito de Portugal que ultrapassam os 600 milhões de euros, destinados a projectos de infraestruturas, mobilização de água e energias renováveis, bem como para apoio às empresas e à construção de habitação.

Jornal OJE, 26Jun2010
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DGASP e Winresources caracterizam o agro-negócio em Cabo Verde

A Direcção-Geral da Agricultura, Silvicultura e Pecuária (DGASP) em parceria com a nossa associada Winresources (clique para aceder ao site) tem em curso um estudo que passará a caracterizar o agro-negócio em Cabo Verde.

Este estudo fará o levantamento da produção actual e potencial de desenvolvimento dos produtos tradicionais de Cabo Verde e sua valorização, estrutura comercial dos produtos de origem agrícola e política de marketing-mix a desenvolver no sector.

O que se pretende propor é um modelo de actuação para transformar, a médio prazo, a agricultura e agro-indústria em sectores dinâmicos, rentáveis e orientados para as necessidades do mercado interno e externo analisando-se as potencialidades, as ameaças e oportunidades, pontos fortes e fracos do mundo rural e ainda definir estratégias de actuação, inter-ligação, promoção, marketing, e comercialização dessas actividades.

A Winresources que abordou o mercado caboverdeano há cerca de 2 anos tem vindo a desenvolver meritória actividade no seio do sector rural do arquipélago.

 
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Forum Portugal Empresarial (CV)
 
Cabo Verde Turístico: As montanhas - [05-10-2011]